Você não precisa saber que eu choro
porque me sinto pequena num mundo gigante. Nem que eu faço coisas estúpidas
quando estou carente. Você nunca vai saber da minha mania de me expor em
palavras, que eu escrevo o tempo todo, em qualquer lugar. Muito menos que eu
estou escrevendo sobre você neste exato momento. E não pense que é falta de
consideração eu dividir tanto de mim com tanta gente e excluir você dessa minha
segunda vida, porque há duas maneiras de saber o que eu não digo sobre mim:
lendo nas entrelinhas dos meus textos e olhando nos meus olhos. E a segunda
opção ninguém mais tem.

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